Na maioria dos casos, as pessoas que falam mal das
outras, são absolutamente infelizes, pois é, um comportamento típico de pessoas
invejosas, revelando falta de educação e uma grande falha de caráter. Acontece
todo o dia, a troco de nada.
São cada vez mais aqueles que criticam o que os
outros têm ou não têm, o que fizeram ou não fizeram, seus sucessos ou
fracassos. Para justificar as críticas começam dizendo “gosto muito dela (ou
dele), mas...”, e pouco depois fica claro que aquele de quem disseram tanto
gostar, se transforma em alguém que, afinal, não suportam.
Ninguém é obrigado a gostar de todo o mundo ou de
todas as coisas, aliás, isso nem seria possível. Mas fazer opções de vida não
significa ser grosseiro e mau com os outros, falando mal deles.
A grande verdade é que vemos e julgamos o mundo
pelos nossos olhos, por aquilo que somos e espreita dentro de nós. Por isso,
falar mal dos outros sempre revela muito mais de quem fala do que de quem está
sendo falado.
É infinitamente enorme o número de fofoqueiros de
que habitualmente temperam suas “historias” com pitadas de veneno. Sem pensar
duas vezes, a moral dos outros é posta em cheque, pela maldade desses
fofoqueiros de plantão, que se julgam juízes.
Dignas de pena, essas pessoas ainda não encontraram
o supremo equilíbrio da vida, pois fazem do ódio, do rancor e da inveja o
eterno combustível de suas vidas.
Devemos nos lembrar, que todo e qualquer
acontecimento, tem no mínimo duas versões e não devemos jamais, deixar passar a
oportunidade de ficarmos calados quando não sabemos realmente dos fatos
ocorridos. Assim, além de sermos sensatos, evitamos a injustiça e a
maledicência.
É melhor manter distância desse tipo de gente. Não
é saudável servir de plateia para quem pode estar com a vida mal resolvida e
acaba gastando energia para falar ou julgar a vida dos outros. O melhor mesmo é
procurar o que fazer: ler um bom livro, escutar boa música, trabalhar e
estudar, além, é claro, de olhar para si próprio.
Faço um alerta para que possamos ponderar nossas
atitudes e que ainda, sejamos capazes de somente nos limitar, com o hábito de
cuidar exclusivamente de nossas vidas.


