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domingo, 30 de janeiro de 2011

Lançamentos da Risqué e Impala

Calma, apesar de não ser um blog sobre esmaltes, tenho que comparttilhar com vocês a nova coleção outono-inverno 2011da Risqué e da Impala, pq eu amei...


Psico, Star, Rock n Roll, Isabeli, Tattoo e Azucrination 

Toda edição do SPFW fica aquela expectativa pra conhecer os lançamentos de esmaltes. A Risqué! Desta vez, além da coleção do Reinaldo, tem uma linha intuladaSweet Rock n Rollda Isabeli Fontana. 
São 6 cores inspiradas em sua personalidade. Segundo ela, meiga, mas também com pontos fortes. O nome das cores? “Tattoo”, chumbo, “Azulcrination”, azul, “Psico”, roxo, Isabeli, vinho meio uva, “Rock n Roll” ,cinza e “Star” base transparente com glitter furta cor! Fora esse último, todos os outros são metálicos.

 Isabeli + Star!
A Impala  também apresentou sua nova coleção inspirada no Militarismo.

Coleção Impala SPFW
São 5 cores, um vermelho rosado, um verde militar, um azul escuro, um grafite perolado e a cor que tenho certeza que vai sucesso: um esmalte escuro com brilhinhos coloridos e efeito 3D. 


Segundo eu li em alguns blogs em que as blogueiras estiveram no SPFW esse efeito holográfico do “Impala Metal Glam” é genuíno, pq tem inclusive o efeito duochrome, que é essa mudança de cor (a cor geral mesmo e não de cada brilho separadamente) de acordo com o reflexo de luz.
Os esmaltes chegam nas prateleiras em fevereiro

domingo, 23 de janeiro de 2011

Ioga ou Pilates: qual escolher

Posição do triângulo (Ioga)

 Ioga e Pilates são duas práticas conhecidas por buscar trazer o equilíbrio mediante a respiração e a concentração, mas existem diferenças entre as duas e o ideal é escolher a prática que melhor se encaixe em suas necessidades.
A Ioga baseia-se no princípio da sabedoria oriental que diz que existe um fluxo de energia que leva vitalidade ao corpo inteiro. Essa energia deve transitar livremente para que tenhamos mais saúde e energia. As tensões físicas bloqueiam esse fluxo e com o passar do tempo as áreas tensas podem se tornar rígidas e até mesmo doloridas. Apesar da aparência meramente estética o objetivo dos movimentos na Ioga é atuar sobre a mente, buscando trazer equilíbrio e serenidade à ela e seus adeptos acreditam que quando o corpo e a mente caminham juntos, encontra-se a harmonia e até mesmo a cura para muitos males.

 Posição de Pilates sem acessórios

No caso do Pilates, terapia criada pelo alemão Joseph Pilates, o objetivo é o condicionamento físico. Pilates usou-a inclusive para ajudar soldados a se recuperarem dos ferimentos de guerra e desenvolveu máquinas para ajudar o corpo a se manter em posturas que fortalecem e alongam os músculos — além de uma série de exercícios no solo para contribuírem com os exercícios nos aparelhos.
Os exercícios dão ênfase ao fortalecimento do abdômen, espinha dorsal e ao melhoramento da postura. O objetivo final é gerar saúde e vigor para os músculos através de concentração, equilíbrio, força e flexibilidade.
Enfim, escolha a que melhor se adapta às suas necessidades neste momento e vá em frente.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Educação de quarto mundo

Esse texto eu postei em um blog que eu tinha sobre Educação há um ano atrás, o blog acabou, então resolvi compartilhar novamente com o artigo da Lya Luft para pensarmos um pouco mais como e onde estamos educando os nossos filhos.

"Por que nos contentarmos com o pior, o medíocre, se podemos ter o melhor e não nos falta o recurso humano para isso?"

Há um ano, no meio da tragédia do Haiti, que comoveu e comovem ainda, os calejados repórteres de guerra, levo um choque nacional. Não são horrores como os de lá, mas não deixa de ser um drama moral. O relatório "Educação para todos", da Unesco, pôs o Brasil na 88ª posição no ranking de desenvolvimento educacional. Estamos atrás dos países mais pobres da América Latina, como o Paraguai, o Equador e a Bolívia. Parece que em alfabetizar somos até bons, mas depois a coisa degringola: a repetência média na América Latina e no Caribe é de pouco mais de 4%. No Brasil, é de quase 19%.
No clima de ufanismo que anda reinando por aqui, talvez seja bom acalmar-se e parar para refletir. Pois, se nossa economia não ficou arruinada, a verdade é que nossas crianças brincam na lama do esgoto, nossas famílias são soterradas em casas cuja segurança ninguém controla, nossos jovens são assassinados nas esquinas, em favelas ou condomínios de luxo somos reféns da bandidagem geral, e os velhos morrem no chão dos corredores dos hospitais públicos. Nossos políticos continuam numa queda de braço para ver quem é o mais impune dos corruptos, a linguagem e a postura das campanhas eleitorais se delineiam nada elegantes, e agora está provado o que a gente já imaginava: somos péssimos em educação.
Pergunta básica: quanto de nosso orçamento nacional vai para educação e cultura? Quanto interesse temos num povo educado, isto é, consciente e informado - não só de seus deveres e direitos, mas dos deveres dos homens públicos e do que poderia facilmente ser muito melhor neste país, que não é só de sabiás e palmeiras, mas de esforço, luta, sofrimento e desilusão?
Precisamos muito de crianças que saibam ler e escrever no fim da 1ª série elementar; jovens que consigam raciocinar e tenham o hábito de ler pelo menos jornal no 2º grau; universitários que possam se expressar falando e escrevendo, em lugar de, às vezes com beneplácito dos professores, copiar trabalhos da internet. Qualidade e liberdade de expressão também são pilares da democracia. Só com empenho dos governos, com exigência e rigor razoáveis das escolas - o que significa respeito ao estudante, à família e ao professor - teremos profissionais de primeira em todas as áreas, de técnicos, pesquisadores, jornalistas e médicos a operários. Por que nos contentarmos com o pior, o medíocre, se podemos ter o melhor e não nos falta o recurso humano para isso? Quando empregarmos em educação uma boa parte dos nossos recursos, com professores valorizados, os alunos vendo que suas ações têm consequências, como a reprovação - palavra que assusta alguns moderníssimos pedagogos, palavra que em algumas escolas nem deve ser usada, quando o que prejudica não é o termo, mas a negligência. Tantos são os jeitos e os recursos favorecendo o aluno preguiçoso que alguns casos chegam a ser bizarros: reprovação, só com muito esforço. Trabalho ou relaxamento têm o mesmo valor e recompensa.
Sou de uma família de professores universitários. Exerci o duro ofício durante dez anos, nos quais me apaixonei por lidar com alunos, mas já questionava o nível de exigência que podia lhes fazer. Isso faz algumas décadas: quando éramos ingênuos, e não antecipávamos ter nosso país entre os piores em educação. Quando os alunos ainda não usavam celular e iPhone na sala de aula, não conversavam como se estivessem no bar nem copiavam seus trabalhos da internet - o que hoje começa a ser considerado normal. Em suma, quando escola e universidade eram lugares de compostura, trabalho e aprendizado. O relaxamento não é geral, mas preocupa quem deseja o melhor para esta terra.
Há gente que acha tudo ótimo como está: os que reclamam é que estão fora da moda ou da realidade. Preparar para as lidas da vida real seria incutir nos jovens uma resignação de usuários do SUS, ou deixar a meninada "aproveitar a vida": alguém pode me explicar o que seria isso?

sábado, 15 de janeiro de 2011

Meu aniversário!!!

Hoje 16 de janeiro de 2011 me dei conta que já adentrei ao time das balzaquianas. Sim, passei das 30 primaveras no dia de hoje. E perceber que cruzei a linha dos "vinte" para os "trinta" não é nada fácil, ou é? Quando menos esperamos... estamos lá. Mas enfrento esse momento com resignação e coragem, e com fé de que aos 40 ainda estarei aqui escrevendo e torrando a paciência de vocês.


Transcrevo agora uma crônica de Arnaldo Jabor bem bacana que encontrei pelas andanças internéticas da vida.
 
Isto é para as mulheres de 30 anos pra cima... E para todas aquelas que estão entrando nos 30, e para todas aquelas que estão com medo de entrar nos 30...E para homens que têm medo de mulheres de mais de 30!!!

"Á medida que envelheço, e convivo com outras, valorizo mais as mulheres que estão acima dos 30. Estas são algumas razões do porquê:
- Uma mulher de 30 nunca o acordará no meio da noite para perguntar: "O que você está pensando?" Ela não se importa com o que você pensa, mas se dispõe de coração se você tiver a intenção de conversar.

- Se uma mulher de 30 não quer assistir o jogo, ela não fica à sua volta resmungando. Ela faz alguma coisa que queira fazer. E, geralmente é alguma coisa bem mais interessante.

- Uma mulher de 30 se conhece o suficiente para saber quem é, o que quer e quem quer. Poucas mulheres de 30 se incomodam com o que você pensa dela ou sobre o que ela está fazendo.

- Mulheres dos 30 são honradas. Elas raramente brigam aos gritos com você durante a ópera ou no meio de um restaurante caro. É claro, que se você merecer, elas não hesitarão em atirar em você, mas só se ainda sim elas acharem que poderão se safar impunes.

- Uma mulher de 30 tem total confiança em si para apresentar-te para suas melhores amigas. Uma mulher mais nova com um homem tende a ignorar mesmo sua melhor amiga porque ela não confia no cara com outra mulher. E falo por experiência própria. Não se fica com quem não se confia, vivendo e aprendenndo né???

- Mulheres se tornam psicanalistas quando envelhecem. Você nunca precisa confessar seus pecados para uma mulher com mais de 30. Elas sempre sabem.

- Uma mulher com mais de 30 fica linda usando batom vermelho. O mesmo não ocorre com mulheres mais jovens.

- Mulheres mais velhas são diretas e honestas. Elas te dirão na cara se você for um idiota, se você estiver agindo como um!

- Você nunca precisa se preocupar onde você se encaixa na vida dela. Basta agir como homem, e o resto deixe que ela faça.

- Sim, nós admiramos as mulheres com mais de 30 por um "sem" número de razões. ..

Agradeço à Deus por conceder-me dias, e momentos felizes com minha família e meus amigos e que ele continue me abençoando e cultivando a esperança e a fé em meu coração. Afinal, Deus concedeu-me mais um ano de vida e de alegria.


Um beijo enorme para todos e em especial aqueles que se lembram de mim hoje!!!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Desafio, o verdadeiro combustível do sucesso


Feliz Ano Novo! De novo! Afinal, nada melhor que um Réveillon bastante agitado, com champanhe e ao lado de familiares e amigos de longa data para reforçar o compromisso de vencer, fazer melhor e ir mais longe. Foi assim com você? Época de promessas ocas e desejos exagerados, a virada de ano também traz alento, esperança e motivos de alegria. Afinal, a vida segue – razão máxima para comemorar.

Além dos usuais votos de paz, prosperidade, alegria e sucesso, tenho o costume de desejar a todos os amigos e familiares que o Ano Novo seja repleto de desafios. Ora, o que seria de nossas realizações não fossem os desafios que somos obrigados a enfrentar? São eles que nos fazem crescer e melhorar nossas habilidades; são eles que nos lembram do quanto somos capazes de “dar a volta por cima” ou de improvisar, resolver.

Desafio e autossabotagem
Tenho para mim que desafio é uma palavra intimamente relacionada a risco e oportunidade. Tente se lembrar das suas principais conquistas nos anos passados. Como as atingiu? Foi fácil? Precisou de ajuda? Provavelmente, você teve de enfrentar alguma situação nova, inesperada ou ao menos diferente. Observando os acontecimentos do dia a dia dá pra perceber que ao removermos os riscos de nossas vidas, eliminamos também as oportunidades.

O que fazer? Esconder-se nas desculpas tipo “Isso não acontece comigo” ou “Papo furado de autoajuda” costuma funcionar bem, mas até certo ponto apenas. São muitas as figuras que preferem posar, passar uma imagem inabalável, agradável, quando na verdade sofrem problemas pessoas de perigosas consequências. Para estes, a zona de conforto consiste em “deixar rolar”, mesmo que não haja nada de confortável no passar dos dias. A isso alguns especialistas chamam autossabotagem.

Arriscar mais ajuda. Ser mais preciso também. Aproveite que a energia que o Ano Novo injetou em sua vida e encare as atitudes transformadoras que tanto empurrou com a barriga no passado. Sugiro que você encare o desafio de realmente mudar sua vida e:

* Gaste sua energia criando objetivos mais concretos e menos abstratos. Muitos brasileiros colocam como meta do ano “entrar em forma”. Muito abstrato. Prefira apontar ações mais diretas, como: caminhar 30 minutos diariamente ou correr 20 minutos, duas vezes por semana. Outro exemplo: troque a meta “gastar menos” por anotar durante 30 dias suas receitas e despesas do período;
* Pare de temer o fracasso como se errar fosse um pecado. Prefira cercar-se de informação, conhecimento[bb] e aceite riscos calculados. Para cada objetivo proposto, experimente pontuar o que de melhor pode acontecer, o que de pior pode acontecer e o que tem mais probabilidade de acontecer. Se o cenário lhe agradar, faça! É como fazem os gestores profissionais antes de tomar uma decisão. Funciona;
* Agrade menos os outros e mais a si mesmo. Reconhecimento é fundamental, mas quando é exagerado só serve para evidenciar a presença de baixa autoestima. Continue sendo uma pessoa “boa praça”, de bom convívio, mas que prioriza também suas metas e não só o bem-estar do próximo. Cuidado com a interpretação de texto: estou dizendo que você precisa fazer sempre mais que o possível pelo bem, mas deve incluir seus desejos nessa missão. Só você sabe o quanto você é importante;
* Experimente mais e melhor as vitórias. É comum notar um acúmulo de energia no planejamento e tentativa de explorar a oportunidade do tipo “bola da vez”. Ficamos obcecados pelo “grande passo” e nos esquecemos de comemorar os pequenos passos. Alguém certa vez disse que “as grandes tacadas dão fama, as pequenas dão grana”. Quebre seus grandes sonhos em pequenas metas, várias delas, e comemore cada vez que atingi-las.

Não sei se percebeu minha intenção com as provocantes ações que propus. É simples: todas elas são perturbadoras na medida em que alteram completamente nosso “modus operandi”, nossa programação mental padrão. Elas representam, pois, um desafio. E como todo bom desafio, há o risco de que nada disso funcione para você - e você me tenha como um sonhador - e de que os resultados apareçam logo e com frequência maior do que você imaginava - e terei dito apenas o óbvio. Prefiro assim.

Finalmente, se nada disso fizer sentido, deixo aqui minha última tentativa de sensibilizá-lo para a importância dos desafios e da exposição ao não usual: experimente ler biografias[bb] de pessoas que você admira, seja pela riqueza, beleza ou impacto na mídia. Mas prepare-se para passagens dolorosas, tristes, pesadas. Repare em quantos e quão difíceis foram os desafios da personalidade escolhida. As pessoas bem-sucedidas – aquelas que inspiram outras com sua história – são lembradas porque arriscam mais que a média. O desafio de viver precisa valer a pena!

Texto retirado e modificado do Blog Dinheirama
Publicado por Conrado Navarro em 04.1.201