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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Dicas (Livro e Filme)

Vou postar aqui no blog dicas de livros, filmes uma vez por mês.
Assim junto a minha vontade de dividir minhas experiências, com a de vocês de conhecer coisas novas.
Portanto, aqui estão as sugestões do mês de Agosto. Espero que  você goste como eu.

Elizabethtown
(Tudo Acontece Em Elizabethtown)
 
Para um filme entrar no meu top 5, ele precisa basicamente de preencher três requisitos fundamentais:
Primeiro: Roteiro original, se a história dele for clichê, eu não gosto. Ponto.
Segundo: Diálogos interessantes. Sabe aquelas frases que ficam na nossa cabeça por toda eternidade? Pois bem, são indispensáveis.
Terceiro: Uma maravilhosa trilha sonora. Afinal, o que seria dos filmes sem as músicas?
 
Elizabethtown está em primeiro lugar porque reúne as três coisas num filme básico, economicamente falando, e com atores como Orlando Bloom (“Piratas do Caribe”, “Senhor dos Anéis”, “Tróia”), Kirsten Dunst (“O Sorriso de Mona Lisa”, “A Rainha”, “Homem Aranha”) e Susan Sarandon – que apesar de fazer um papel de coadjuvante, consegue fazer jus a sua fama em apenas uma cena.
Não é um filme de amor, mesmo tendo esse elemento trabalhado em todas as cenas. É mais como uma longa metragem sobre otimismo. E não, não é clichê.
O roteiro é simples: Drew Baylor (personagem de Orlando Bloom), designer de sapatos, passa 8 anos trabalhando num modelo de tênis que acaba sendo um fracasso de vendas, fazendo a empresa em que ele trabalha perder um bilhão de dólares. Após o fiasco, Drew decide se matar de um jeito no mínimo peculiar, mas no exato momento do suicídio ele recebe uma ligação de sua irmã, informando que seu pai acabou de falecer e por isso ele terá que voltar à pequena cidade de Elizabethtown (que existe de verdade, no interior do Estado de Kentucky) para resolver assuntos familiares. No avião, ele conhece Claire (vivida por Kirsten Dunst), uma simpática aeromoça que enxerga a vida de maneira completamente diferente.
Sobre os diálogos só tenho uma coisa a dizer: São incríveis. Coisas como “Sou especialista em últimos olhares”, “Somos pessoas substitutas”, “Vou sentir falta de seus lábios e de tudo relacionado a eles”, e “Sorvete de casquinha: Algo doce de derrete em 5 minutos”, são algumas das muitas frases que eu vivo repetindo no meu dia a dia e que retirei desse filme (As frases são tão maravilhosas que fizeram site só pra colocá-las. Confira clicando aqui).
E a trilha sonora não necessita de comentários, basta ouvir as músicas “My Father Gun – Elthon John”, “Come Pick Me Up – Ryan Adams”, “Don’t I Hold You – Wheat”, “Learning To Fly – Tom Petty”, “I Cant Get Next To Tou – Temptations”, e “Free Bird – Lynyrd Skynyrd”, que você vai ter uma pequena ideia do que eu estou falando.
(Baixe a trilha sonora completa clicando aqui e aqui)
Enfim, Elizabethtown, além de charmoso, aconchegante e divertido, é viciante (Eu mesma já perdi a conta de quantas vezes assisti, e isso é muito incomum já que nunca assisto a um filme mais de uma ou duas vezes).
Recomendadíssimo, sem dúvidas.
 
Livro:
 
A Sombra do Vento
Carlos Ruiz Zafón
 
"A Sombra do Vento" é um livro sobre um livro. Ou melhor, uma história que conta outra história.
Confuso pra você? Vou explicar melhor.
Daniel Sempere, filho do dono de uma pequena livraria no centro de Barcelona, após esquecer o rosto de sua falecida mãe aos 10 anos, é levado por seu pai a um lugar subterrâneo e pouco conhecido, chamado Cemitério dos Livros Esquecidos, onde são depositados todos os exemplares abandonados pelas pessoas. Lá, Daniel encontra um livro chamado “A Sombra do Vento” escrito pelo também Barcelonês Julian Carax. Depois de passar uma noite inteira lendo, o jovem começa a pesquisar mais sobre o autor e descobre que todos os livros de Julian foram misteriosamente queimados por um homem com a face deformada pelo fogo que se diz chamar Lain Coubert, o mesmo nome que Carax deu para o diabo em seu livro. A partir de então, Daniel entra em uma empolgante aventura para desvendar o mistério que assola o autor e todos os envolvidos nessa história de amor, ódio e redenção.
A linguagem é simplificada para quem está acostumado a ler livros estrangeiros, porém pode parecer rebuscada para os principiantes, mas nada que não possa ser resolvido com o costume.
Possui frases de efeito maravilhosas, ditas principalmente pelo personagem Fermín Romero de Torres, um excêntrico mendigo resgatado das ruas por Daniel para trabalhar na livraria de seu pai.
A história é tão bem feita, que eu de fato acreditei que Julian Carax era um autor espanhol de livros de suspense. Cheguei a pesquisar sobre o assunto, mas descobri que, infelizmente, Carax era apenas um personagem muito bem feito, pelo talentoso e magnífico escritor Carlos Ruiz Zafón.
Tenho certeza que esse é um livro de aventura e drama como você nunca viu. 
BOA LEITURA!!


 
 

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